De olho no G-4, Flamengo pode até alcançar a ponta do Brasileiro se vencer o Barueri
Eduardo Peixoto e Rodrigo Benchimol
Rio de Janeiro
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Marcia Feitosa/VIPCOMM
Andrade e a habitual serenidade: técnico só fala em título depois que o time alcançar o G-4 Existe uma palavra que é objeto de desejo de todos os times, mas que tem sido evitada de ser pronunciada na Gávea: liderança. Mas ela não está proibida. Até por que o Flamengo jamais esteve tão próximo de alcançá-la na reta final deste Brasileirão.
Existe, inclusive, uma pequena possibilidade de isso acontecer na próxima rodada. Se vencer o Barueri, nesta quarta-feira, o Flamengo chegará aos mesmos 54 pontos do líder Palmeiras. Essa vitória já seria suficiente para colocar o time no G-4, pois São Paulo e Internacional se enfrentam no Morumbi. Mas para ficar em primeiro lugar o time depende de uma combinação de resultados pouco provável.
O Palmeiras não pode vencer ou empatar com o Goiás, no Palestra Itália. O Atlético-MG precisa perder para o Fluminense, no Maracanã. E o jogo do Morumbi precisa terminar empatado.
Enquanto isso não acontece, os jogadores e a comissão técnica se respaldam no discurso politicamente correto. Pregam que é preciso dar um passo de cada vez. O próprio Andrade lembra que o time está invicto há dez jogos, venceu três adversários complicados seguidos (São Paulo, Palmeiras e Botafogo) e ainda nem conseguiu entrar no G-4.
- Liderança acontece naturalmente, então não tem porque ficar falando sobre isso. O Flamengo é um time vencedor e acostumado a disputar títulos. Então essa palavra não está proibida. É só falar no momento certo. Se a gente entrar no G-4, aí a gente fala em título – afirmou o treinador.
Apesar dos pés no chão, o clima na Gávea é propício a sonhar. Tanto que não existe maiores motivos para preocupação. Com o clima leve e os resultados em campo, o bom humor acaba aparecendo também.
- Se estamos há dez jogos sem perder e não entramos no G-4 ainda, é sinal de que não começamos muito bem o campeonato. Alguns times lá de cima perderam os seus jogos e continuam lá. Queimaram a gordurinha que tinham. A gente não tinha. Estávamos sequinho que nem o Willians – brincou Andrade.
Eduardo Peixoto e Rodrigo Benchimol
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Andrade e a habitual serenidade: técnico só fala em título depois que o time alcançar o G-4 Existe uma palavra que é objeto de desejo de todos os times, mas que tem sido evitada de ser pronunciada na Gávea: liderança. Mas ela não está proibida. Até por que o Flamengo jamais esteve tão próximo de alcançá-la na reta final deste Brasileirão.
Existe, inclusive, uma pequena possibilidade de isso acontecer na próxima rodada. Se vencer o Barueri, nesta quarta-feira, o Flamengo chegará aos mesmos 54 pontos do líder Palmeiras. Essa vitória já seria suficiente para colocar o time no G-4, pois São Paulo e Internacional se enfrentam no Morumbi. Mas para ficar em primeiro lugar o time depende de uma combinação de resultados pouco provável.
O Palmeiras não pode vencer ou empatar com o Goiás, no Palestra Itália. O Atlético-MG precisa perder para o Fluminense, no Maracanã. E o jogo do Morumbi precisa terminar empatado.
Enquanto isso não acontece, os jogadores e a comissão técnica se respaldam no discurso politicamente correto. Pregam que é preciso dar um passo de cada vez. O próprio Andrade lembra que o time está invicto há dez jogos, venceu três adversários complicados seguidos (São Paulo, Palmeiras e Botafogo) e ainda nem conseguiu entrar no G-4.
- Liderança acontece naturalmente, então não tem porque ficar falando sobre isso. O Flamengo é um time vencedor e acostumado a disputar títulos. Então essa palavra não está proibida. É só falar no momento certo. Se a gente entrar no G-4, aí a gente fala em título – afirmou o treinador.
Apesar dos pés no chão, o clima na Gávea é propício a sonhar. Tanto que não existe maiores motivos para preocupação. Com o clima leve e os resultados em campo, o bom humor acaba aparecendo também.
- Se estamos há dez jogos sem perder e não entramos no G-4 ainda, é sinal de que não começamos muito bem o campeonato. Alguns times lá de cima perderam os seus jogos e continuam lá. Queimaram a gordurinha que tinham. A gente não tinha. Estávamos sequinho que nem o Willians – brincou Andrade.
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